A plataforma de acessibilidade em Minas Gerais facilita o deslocamento de pessoas com deficiência (PCD) ou mobilidade reduzida em casas, comércios, escolas e prédios públicos.
O equipamento vence desníveis de até 4 metros e pode ser instalado em espaços onde a construção de um elevador convencional exigiria intervenções maiores.
E se você precisa deste serviço, vem conhecer a Ampla Elevar!
Quais são os tipos de plataforma elevatória vertical para PCD?
A plataforma elevatória vertical pode funcionar por fuso mecânico ou sistema hidráulico.
O modelo indicado depende da altura que precisa ser vencida, do espaço disponível e da necessidade de fechamento ao redor do equipamento.
Modelo | Percurso máximo | Capacidade informada | Indicação |
Plataforma vertical aberta | Até 2 metros | 225 a 325 kg | Entradas, recepções e desníveis curtos. |
Plataforma enclausurada | Até 4 metros | 275 a 340 kg | Casas, sobrados, escolas e estabelecimentos comerciais. |
Plataforma inclinada para escadas | Acompanha o lance da escada | 225 kg | Locais onde não há espaço para instalar uma estrutura vertical. |
Os modelos verticais podem ter acionamento por fuso mecânico ou pistão hidráulico.
A velocidade informada para os equipamentos com fuso fica entre 2,5 e 6 metros por minuto, com alimentação elétrica de 220 V.
Os itens de segurança incluem sensores antiesmagamento na base, travas que impedem o movimento com as portas abertas, botões de pressão constante e bateria de emergência para situações de falta de energia.
Quanto custa uma plataforma de acessibilidade em Minas Gerais?
O preço da plataforma elevatória em Minas Gerais não tem um número fixo, depende da altura do percurso, do tipo de fechamento e da estrutura necessária.
As estimativas do projeto vão de R$ 20 mil a R$ 45 mil, incluindo a instalação.
Modelo | Faixa estimada de preço | Características |
Plataforma vertical aberta, até 2 metros | R$ 20 mil a R$ 30 mil | Portas de aço, rampa de acesso para dispensar o poço e painel com botão de pressão constante. |
Plataforma enclausurada em torre, até 4 metros | R$ 30 mil a R$ 45 mil | Torre metálica independente, portas panorâmicas em acrílico ou vidro e sistema de alimentação de emergência (nobreak). |
O orçamento contempla o projeto de engenharia, a fabricação sob medida, o transporte, a montagem e a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), emitida junto ao CREA-MG.
Antes de definir o modelo, a equipe da Ampla Elevar pode avaliar o local e verificar as condições para a instalação. Essa análise ajuda a dimensionar o equipamento e identificar possíveis adaptações na construção antes do início da obra.
Quais normas se aplicam à instalação de uma plataforma de acessibilidade?
A instalação de uma plataforma de acessibilidade em Minas Gerais deve considerar as normas técnicas que tratam da segurança dos equipamentos e das condições de acessibilidade dos espaços.
A ABNT NBR ISO 9386-1 estabelece requisitos para plataformas motorizadas destinadas a pessoas com mobilidade reduzida.
Já a ABNT NBR 9050 reúne critérios de acessibilidade para edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Lei Federal nº 13.146/2015, também faz parte das referências legais relacionadas ao tema.
Na prática, o projeto precisa considerar itens como sensores que interrompem o movimento diante de obstáculos, portas com travamento de segurança e comandos que exigem pressão contínua durante a operação.
O sistema de emergência também deve ser avaliado para permitir o procedimento previsto em caso de falta de energia.
O acompanhamento de um engenheiro mecânico registrado no CREA-MG e a emissão da ART fazem parte da responsabilidade técnica do projeto descrito pela Ampla Elevar.
A manutenção posterior também precisa ter atenção.
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A Ampla Elevar oferece consultoria técnica gratuita, fabricação própria sob medida e acompanhamento de engenharia para projetos de acessibilidade.
A empresa atende Belo Horizonte, Contagem, Betim, Nova Lima, Ibirité, Juiz de Fora, Uberlândia, Montes Claros, Ipatinga e outras regiões de Minas Gerais, além de São Paulo e Rio de Janeiro.
Os projetos contam com condições facilitadas de pagamento, componentes de alta resistência e suporte técnico após a instalação.
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FAQ
1. É necessário fazer uma avaliação do imóvel antes da instalação?
Sim. A avaliação permite verificar o espaço disponível, o tipo de piso, os pontos de fixação e as adaptações necessárias para instalar o equipamento.
2. Uma plataforma de acessibilidade pode ficar exposta à chuva?
Pode, desde que o modelo e os materiais sejam adequados ao ambiente externo. Consulte a empresa sobre proteção contra umidade, corrosão e condições climáticas.
3. Qual é a diferença entre uma plataforma elevatória e um elevador residencial?
A plataforma é voltada à acessibilidade em percursos específicos, enquanto o elevador residencial atende ao transporte vertical entre pavimentos conforme as características do projeto. A escolha depende do desnível e das necessidades de uso.
4. A plataforma precisa de um espaço exclusivo para instalação?
Depende do modelo. A plataforma vertical exige uma área compatível com a estrutura e o percurso, enquanto a versão inclinada acompanha o lance da escada. As medidas devem ser confirmadas no projeto técnico.
5. Com que frequência uma plataforma de acessibilidade precisa de manutenção?
A frequência deve seguir as orientações do fabricante, as condições de uso e os requisitos técnicos aplicáveis. A manutenção preventiva ajuda a identificar desgastes e falhas nos dispositivos de segurança.
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